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28 agosto 2025

Ação "Alezinho": prazo final para PMs e pensionistas

Ação “Alezinho” pode render até R$ 50 mil para policiais de São Paulo; prazo termina em 30 dias

Policiais militares de São Paulo, inativos e pensionistas têm ainda um prazo limitado para solicitar valores referentes à chamada ação "Alezinho". O benefício pode render variações entre R$ 15 mil e R$ 50 mil.

A ação é considerada uma derivação do processo movido pela Associação dos Oficiais Militares do Estado de São Paulo (AOMESP), limitada por escritórios de advocacia especializados. No entanto, o "Alezinho" cobre um período específico não contemplado na ação principal, entre março de 2013 e o início de 2014.




De acordo com especialistas, os valores variam de acordo com a carga exercida na época. A média de indenização girou em torno de R$ 25 mil a R$ 30 mil. Em alguns casos, policiais relataram que receberam o valor em prazos relativamente curtos, o que reforça a busca pelo direito antes do término do prazo judicial.

O prazo final para adesão se encerra em 30 dias. Após esses dados, os beneficiários que não tiverem dado entrada no pedido perderão o direito. A ação pode ser solicitada por meio judicial contra o Estado de São Paulo, inclusive em trâmites simplificados em juizados especiais.

Advogados especializados no tema ressaltam que muitos policiais acreditam estar automaticamente contemplados por já participarem de associações ou de processos anteriores. No entanto, não há incorporação automática, sendo necessária a consulta a um advogado de confiança para confirmar a elegibilidade.

O advogado Mário, citado como referência por profissionais da área, explica que é possível verificar a documentação e orientar os interessados. Segundo ele, além do valor financeiro, a ação representa o reconhecimento legal de um direito vinculado ao vínculo de trabalho exercido na corporação.

Para policiais ativos, inativos e pensionistas, a recomendação é buscar orientação imediata. Com o limite de dados se aproximando, o risco de perder a indenização aumenta a cada dia.

Assim, uma corrida contra o tempo se torna fundamental para garantir não apenas um valor significativo, mas também o reconhecimento de direitos conquistados anos atrás.

Detalhes sobre a ação podem ser sanadas pelo escritório de Advocacia Câmara Sociedade de Advogados.




19 agosto 2025

Policiais de SP têm dinheiro a receber, diz advogada

O pagamento do bônus resultado continua sendo uma das maiores dores de cabeça para policiais militares, civis, técnico-científicos e também para pensionistas em São Paulo. Embora seja uma verba reconhecida como de natureza remuneratória, o Estado insiste em falhas no repasse e, com isso, milhares de profissionais da segurança pública deixam de receber valores que, somados, podem chegar a R$ 20 mil em atrasados.

A advogada Regina, especialista em direito policial, explica que a Justiça já pacificou a cobrança de imposto de renda sobre o bônus. Porém, o que não se corrige é o fato de que o Estado não paga os reflexos devidos em férias, 13º salário e licença-prêmio. Essa falha gera perdas expressivas, principalmente para soldados, cabos e sargentos, que sentem mais diretamente os impactos no bolso.




De acordo com análises feitas em folhas de pagamento, processos já resultaram em valores recuperados que variam de R$ 5 mil a R$ 17 mil, tramitando rapidamente no Juizado Especial e recebendo o chamado RPV, sem necessidade de precatório. Ou seja, além de ser um direito líquido e certo, trata-se de um ressarcimento viável para policiais ativos, inativos e até mesmo para pensionistas.

Outro ponto importante é que quem deixou a corporação recentemente também pode pleitear os valores referentes ao período em que esteve na ativa. Isso mostra que o problema do bônus resultado não afeta apenas quem está hoje no serviço, mas também quem já se desligou da instituição, revelando uma falha estrutural na forma como o Estado administra a folha de pagamento da segurança pública.

Casos como esses reforçam a insatisfação da tropa. Não é à toa que muitos profissionais buscam outras carreiras ou acabam migrando para órgãos de segurança de outros estados. O erro no pagamento do bônus resultado é apenas mais um exemplo da desvalorização da categoria, que enfrenta baixos salários, riscos elevados e ainda precisa lidar com injustiças financeiras.

O Canal Segurança e Defesa TV tem cumprido um papel essencial ao expor esses problemas e abrir espaço para especialistas, como a Dra. Regina, explicarem em detalhes os direitos de cada policial. O objetivo é claro: informar, orientar e fortalecer a luta por melhores condições.

Se você é policial, veterano ou pensionista, deixe seu comentário no vídeo, compartilhe com colegas de farda e familiares, e ajude a ampliar essa discussão. A informação é a melhor arma contra as injustiças. E no Segurança e Defesa TV, esse compromisso com a tropa está sempre em primeiro lugar.






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