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18 setembro 2025

Moradia Segura: Major Mecca esclarece dúvidas sobre o programa habitacional 👮‍♂️🏠

O Programa Moradia Segura, criado para atender policiais do Estado de São Paulo, vem despertando grande interesse da categoria. A iniciativa prevê a destinação de parte do orçamento estadual para a concessão de cartas de crédito que auxiliem no financiamento da própria casa.

Segundo o Major Meca, entrevistado no canal de segurança pública, 4% da verba destinada à construção de habitações populares deve ser convertida anualmente em benefício exclusivo para policiais. O valor total varia de acordo com a Lei Orçamentária do Estado, o que influencia diretamente no número de unidades disponíveis a cada ano.



Entre as principais dúvidas está a situação de casais em que ambos são policiais. O major explicou que, embora a inscrição seja individual, apenas um dos beneficiários tem direito à carta de crédito, independentemente da renda declarada em conjunto. Outro ponto abordado foi a condição de policiais individualizados ou com restrições no nome, que não são impedidos de participar do programa.

A abrangência da Moradia Segura também foi tema importante. Inativos e pensionistas estão contemplados nas regras, embora muitos ainda não tenham claro sobre como proceder. De acordo com o militar, as informações estão disponíveis no site da Secretaria de Segurança Pública, mas as associações de classe também têm ajudado no esclarecimento.

A comunicação direta com gabinetes parlamentares e entidades representativas foi reforçada como parte do processo de orientação às famílias policiais. Essa rede de apoio se mostrou fundamental, sobretudo para veteranos e pensionistas que enfrentam dificuldades no manejo de plataformas digitais.

Outro ponto destacado na entrevista foi a comparação entre a atual gestão e governos anteriores. O Major Mecca relatou que, por muitos anos, a categoria recebeu apenas perdas salariais e cortes de direitos. A participação das aulas em programas de habitação representa uma mudança significativa no relacionamento entre políticas e forças de segurança.

Apesar das incertezas administrativas, a criação do programa foi vista como avanço. O diálogo com o governo, somado ao engajamento das associações, fortalece a expectativa de que cada vez mais policiais, veteranos e pensionistas possam conquistar a própria casa, promovendo a insegurança habitacional entre profissionais da segurança pública.

Assim, o Moradia Segura começa a se consolidar como um dos principais projetos de valorização da categoria, marcando uma nova fase para policiais e suas famílias.





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28 agosto 2025

Programa Moradia Segura ignora policiais PCDs e APMDFESP cobra mudanças

Programa Moradia Segura exclui PCDs policiais e gera acontecimento da APMDFESP

O programa habitacional Moradia Segura, lançado para beneficiários de segurança pública de São Paulo, gerou críticas e questionamentos. Policiais aposentados, pensionistas e reformados por invalidez denunciaram que pessoas com deficiência (PCDs) não foram contempladas com prioridade no edital.

Segundo parecer jurídico solicitado pela Associação dos Policiais Militares Portadores de Deficiência (APMDFESP), houve falha na elaboração das regras. A entidade aponta que a exclusão contrária à Lei Brasileira de Inclusão, que garante cotas e prioridade em programas financiados com recursos públicos.



Atualmente, o edital prevê apenas sorteios como sorteio de seleção, colocando PCDs na mesma condição de concorrência que outros candidatos. Para a associação, esses direitos desrespeitados já estão estabelecidos na lei federal.

A orientação no parecer da APMDFESP é que, antes da via judicial, sejam tomadas medidas políticas e administrativas. A estratégia é iniciar a Casa Civil, a Secretaria de Segurança Pública e a Secretaria de Habitação para acertar o edital.

O objetivo apresentado ao governo estadual é simples: incluir formalmente policiais aposentados por invalidez, PCDs e pensionistas no programa com prioridade de acesso. A mudança garantiria o tratamento isonômico e a aplicação da legislação federal.

A APMDFESP destacou que pretende dar ampla publicidade ao caso, utilizando redes sociais e veículos de comunicação vinculados à categoria para alertar autoridades e a sociedade. A transparência, segundo a associação, é um recurso estratégico para iniciar e corrigir o problema.

O Canal Segurança e Defesa, que divulgou o parecer em primeira mão, reforçou a importância da mobilização. Para a categoria, a ausência de inclusão dos PCDs representa vulnerabilidade para alguns dos policiais mais atingidos por limitações físicas e psicológicas resultantes do serviço.

O governo estadual ainda não se manifestou oficialmente sobre possíveis revisões no programa Moradia Segura. A expectativa da APMDFESP é que, diante da repercussão, a medida seja ajustada sem necessidade de intervenção judicial.




Juiz Militar defende o avanço das Guardas Municipais rumo à Polícia Municipal

A fala do juiz e professor Dr. Roth , durante evento de segurança em São Paulo, reforçou uma pauta cada vez mais presente entre profissionai...