Salários em Risco: A Luta de Militares, Veteranos e Pensionistas nos Bastidores de Brasília
A discussão sobre a reposição salarial das forças de segurança atinge um ponto crítico. Em Brasília, a incerteza paira sobre o orçamento de 2025, com debates intensos sobre a situação fiscal do país e a viabilidade de um reajuste para militares federais, veteranos e pensionistas. A proposta de 9%, dividida em duas parcelas, ainda não é uma certeza e a sombra do chamado "pacote da maldade" gera apreensão na categoria.
Direto da capital federal, informações apuradas pelo Canal Segurança e Defesa TV indicam um cenário complexo. Enquanto outras categorias do funcionalismo público recebem bonificações e reajustes, a família militar se sente deixada para trás. Essa percepção é agravada por dados alarmantes: desde a implementação da Lei 13.954 em 2019, estima-se que cerca de 5 mil pessoas, entre militares da reserva e pensionistas, faleceram sem ver a correção de injustiças em seus proventos.
O problema não se restringe à esfera federal. No Rio de Janeiro, a situação é igualmente preocupante. Militares estaduais enfrentam uma quebra velada da paridade e integralidade por meio da criação de gratificações que beneficiam apenas o pessoal da ativa. Enquanto isso, veteranos e pensionistas aguardam por uma reposição que não chega, e um levantamento extraoficial aponta para mais de 180 mortes de veteranos que esperavam pelo reconhecimento de seus direitos.
A análise, apresentada em debate no Canal Segurança e Defesa TV, revela que a desunião dentro da própria categoria é um dos maiores obstáculos. A falta de uma voz coesa e representativa em Brasília dificulta o avanço das pautas. A estratégia de "dividir para conquistar" parece prevalecer, enfraquecendo a luta por direitos que são, em essência, uma questão de dignidade e reconhecimento.
A principal mensagem que ecoa de Brasília e do Rio de Janeiro é a necessidade urgente de união. A luta pela valorização salarial e pela manutenção de direitos como a paridade e a integralidade depende da capacidade da família militar de se organizar e cobrar as autoridades de forma pacífica e assertiva. O momento exige sabedoria e, acima de tudo, a consciência de que o futuro de todos, da ativa à reserva, está interligado. A sua opinião sobre este tema é crucial. Participe do debate nos comentários abaixo.
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