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13 junho 2025

Policial que colide viatura pode ser isento de indenizar o Estado - entenda o porquê

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) decidiu, no final de maio de 2025, isentar um policial militar da obrigação de indenizar a Fazenda do Estado após um acidente envolvendo uma viatura durante uma perseguição policial. O caso ocorreu em 24 de maio de 2024, na Rodovia SP-151, que liga Limeira a Iracemápolis, interior paulista. 

Na ocasião, o policial conduzia a viatura em resposta a um chamado de roubo de um Jeep Renegade, quando colidiu com uma camionete ao tentar acessar o sentido contrário da pista para dar continuidade à perseguição.

Segundo informações do processo, o Estado pleiteava o ressarcimento de R$ 56,5 mil, alegando que o policial deveria ter aguardado no acostamento e avaliado melhor a manobra para garantir a segurança da operação. Em primeira instância, a Justiça acatou o argumento e determinou que o agente arcasse com os prejuízos materiais decorrentes do acidente.


Imagem de Internet

No entanto, ao recorrer da decisão, o policial argumentou que agiu em situação de emergência, com os sinais luminosos e sonoros da viatura acionados, o que lhe conferia prioridade de passagem. O agente também sugeriu que o estado dos pneus da camionete teria dificultado a parada do outro veículo, contribuindo para a colisão. 

A relatora do recurso, desembargadora Cynthia Tomé, ressaltou que o direito de regresso do Estado contra o servidor público exige a comprovação de culpa, conforme estabelece a responsabilidade subjetiva prevista na legislação brasileira (BRASIL, 1988).

A decisão do TJSP destacou que havia dúvidas nos depoimentos sobre o acionamento dos sinais luminosos e sonoros e que essas incertezas não poderiam ser interpretadas em desfavor do policial. O tribunal também considerou que, por se tratar de uma viatura caracterizada em atendimento a uma ocorrência, caberia à motorista da camionete adotar medidas para evitar o acidente. Diante da ausência de provas conclusivas da culpa do agente, o pedido de ressarcimento foi julgado improcedente.

O caso ilustra a complexidade da apuração de responsabilidade em situações de emergência envolvendo agentes públicos. A decisão reforça a jurisprudência de que, para que o Estado exija ressarcimento de servidores por danos causados em serviço, é indispensável a comprovação de culpa ou dolo, conforme entendimento consolidado pelo próprio TJSP (TJSP, Apelação nº 0000664-34.2006.8.26.0224). 

Ainda cabe recurso da decisão, mantendo o debate sobre a responsabilização de agentes públicos em situações de risco e urgência.

23 maio 2025

Vai ter dinheiro para os Policiais e Militares se aposentarem?

O artigo “Os Comensais da Previdência”, de Alexandre Sarquis, conselheiro substituto do TCE-SP, propõe uma reflexão profunda sobre a sustentabilidade e os desafios do sistema previdenciário brasileiro, com especial atenção ao contexto dos servidores públicos e militares do Estado de São Paulo. 

Sarquis utiliza referências literárias, como Machado de Assis e Rui Barbosa, para ilustrar a necessidade de maturidade e responsabilidade intergeracional nas decisões previdenciárias, destacando que as escolhas feitas hoje impactarão diretamente as futuras gerações — que, em última análise, seremos nós mesmos, reiterados no tempo.


Sarquis critica a lógica política de curto prazo predominante no Brasil, em que decisões relevantes são pautadas pelo ciclo eleitoral de quatro anos, o que frequentemente resulta em medidas que priorizam o bem-estar imediato em detrimento da saúde financeira futura dos regimes de previdência. Ele contesta a ideia, comum em certos círculos econômicos, de que destinar recursos à previdência social prejudica investimentos, argumentando que tal alocação representa, na verdade, uma forma de poupança pública que, se bem administrada, pode fomentar investimentos sustentáveis.

O conselheiro destaca ainda os diversos mecanismos que contribuem para o desequilíbrio financeiro e atuarial dos regimes próprios de previdência, como a concessão de benefícios sem a devida fonte de custeio, a flexibilização de regras para aposentadorias mais vantajosas e a adoção de práticas que postergam a responsabilidade fiscal para gerações futuras. 

No caso específico dos militares do Estado de São Paulo, Sarquis ressalta que as regras de aposentadoria frequentemente são objeto de discussões e ajustes, muitas vezes sem o devido respaldo financeiro, o que agrava o risco de colapso do sistema.

No contexto dos militares paulistas, é importante observar que o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) dos servidores estaduais, incluindo os militares, exige equilíbrio financeiro e atuarial, conforme determinações constitucionais e normativas específicas. A legislação estadual fixa limites e critérios para concessão de aposentadorias e pensões, mas a pressão por benefícios mais generosos e transições suaves — especialmente em períodos de reforma previdenciária — tende a tensionar ainda mais o sistema.

As decisões recentes do TCU reforçam o direito de contagem do tempo de serviço militar para fins de aposentadoria, ampliando o universo de beneficiários e, potencialmente, o passivo atuarial do Estado.

Sarquis enfatiza que a atuação dos Tribunais de Contas é fundamental para fiscalizar o cumprimento das normas de responsabilidade financeira, administrativa e previdenciária. Ele cita iniciativas como auditorias extraordinárias sobre descontos em folha de aposentados e pensionistas, inclusive dos militares, promovidas pelo TCE-SP, como essenciais para identificar práticas que possam comprometer a sustentabilidade do regime.

A fiscalização busca garantir que direitos sejam concedidos de acordo com a capacidade financeira do Estado, evitando a expansão desenfreada de benefícios sem o correspondente custeio.

Alexandre Sarquis conclama a sociedade e os gestores públicos a abandonarem a visão da previdência como um benefício fácil, sem sacrifício, e a reconhecerem a necessidade de disciplina, planejamento e responsabilidade. Ele alerta que a persistência em soluções casuísticas e imediatistas apenas perpetua um ciclo de crises e instabilidade, sendo urgente a celebração de um pacto lúcido e duradouro com a história e o futuro do Brasil.

No caso dos militares do Estado de São Paulo, isso significa enfrentar com transparência e coragem os desafios do equilíbrio atuarial, garantindo que os direitos.





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17 maio 2025

Capitão avança sobre Advogado em Quartel da PM e comete ABUSO de AUTORIDADE, analisa especialista

No episódio do SDTV Podcast, o apresentador Rodney Idankas recebeu o advogado e veterano da Polícia Militar, Dr. Gilberto Silva, para discutir um caso que deixou todos perplexos: a atitude inesperada de um capitão da PM que avançou sobre um advogado durante o exercício de suas funções. O vídeo do incidente, amplamente divulgado nas redes sociais, mostra o momento em que o capitão, visivelmente alterado, tenta tomar à força o celular do advogado, que estava apenas cumprindo seu papel ao acompanhar um procedimento administrativo dentro de uma companhia da Polícia Militar de SP.

O mais surpreendente é que, segundo Dr. Gilberto, não havia qualquer justificativa legal para tal conduta. O advogado estava em uma área administrativa, sem restrição de acesso, e tinha o direito de gravar para garantir suas prerrogativas profissionais. Ainda assim, o capitão, em vez de agir conforme determina a lei e acionar os canais institucionais apropriados, partiu para uma atitude totalmente desproporcional e fora de nexo, tentando tomar o celular do advogado à força - algo que, segundo o próprio convidado, extrapola toda a legalidade e não encontra respaldo em nenhuma norma vigente.


Veja o vídeo sobre o comportamento do Capitão e análise do advogado


O episódio
ganhou contornos ainda mais graves quando se percebe que outros policiais presentes tentaram acalmar os ânimos, demonstrando que até mesmo entre os colegas a ação do capitão foi vista com estranheza. Dr. Gilberto destacou que, se o oficial acreditava que havia algum desvio de conduta por parte do advogado, deveria ter seguido os trâmites legais, comunicando a OAB e preservando o devido processo legal, e não recorrendo à força bruta. Tal comportamento, vindo de um comandante de companhia, é alarmante e compromete a imparcialidade do procedimento administrativo, podendo inclusive levar à nulidade do processo.

Outro ponto abordado na entrevista foi o impacto instituional desse tipo de conduta. Dr. Gilberto ressaltou que atitudes como essa não apenas ferem as prerrogativas dos advogados, mas também passam uma mensagem negativa para a tropa, podendo incitar comportamentos inadequados entre subordinados. Além disso, relatos de outros policiais sobre possíveis arbitrariedades cometidas pelo mesmo capitão reforçam a preocupação com a postura desse oficial no comando de suas funções.

A surpresa e o desconforto diante do ocorrido foram evidentes durante todo o bate-papo. Rodney Idankas e Dr. Gilberto questionaram se haveria algum tipo de ressentimento entre oficiais e praças, uma vez que o advogado envolvido também é ex-policial militar. No entanto, ambos concordaram que, independentemente do histórico pessoal, nada justifica o abuso de autoridade registrado no vídeo. O respeito mútuo entre profissionais da segurança pública e advogados é fundamental para o bom funcionamento das instituições e para a garantia dos direitos de todos os envolvidos.

Por fim, o SDTV Podcast reforça seu compromisso em denunciar abusos e defender o bom direito dentro das instituições de segurança pública. Casos como esse, infelizmente, vêm se tornando recorrentes, e é fundamental que sejam expostos e debatidos para que não se repitam. O canal segue aberto para ouvir todas as partes envolvidas e continuará trazendo temas relevantes para a sociedade, sempre em busca de justiça e respeito às leis.


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01 maio 2025

Aumento de 5% gera sentimento de frustação e humilhação, relata Policiais

A entrevista do veterano da PM, Dr. Gimenes, ao canal Segurança e Defesa TV, conduzida pelo podcaster Rodney Idankas, trouxe à tona uma questão que está movimentando os bastidores da segurança pública em São Paulo: o reajuste linear de 5% para os servidores do poder executivo, especialmente os policiais. Desde o anúncio do projeto de lei complementar pelo governador Tarcísio, o tema tem gerado debates acalorados entre os profissionais da área, que aguardavam ansiosamente por uma reparação das distorções salariais criadas em 2023.

Em primeiro lugar, é importante destacar que o aumento de 5% foi protocolado após uma reunião no Palácio dos Bandeirantes, envolvendo deputados e representantes do funcionalismo público. O índice, segundo o governo, busca cumprir a Constituição Federal, que prevê tratamento igualitário entre os servidores. No entanto, muitos policiais, sobretudo os militares, receberam a notícia com insatisfação, pois esperavam a correção das injustiças do passado, e não apenas um reajuste linear.


Dr. Gimenes relembrou que, em 2023, o então PL75 trouxe uma inovação polêmica: a distinção de índices de reajuste entre diferentes postos e graduações das forças de segurança. Tal medida, considerada por muitos como injusta e até humilhante, prejudicou especialmente os veteranos, como terceiros sargentos e segundos tenentes, que representam cerca de 50 mil profissionais e suas famílias. O impacto negativo se estende a pensionistas, ampliando o alcance do descontentamento para mais de 600 mil pessoas ligadas à família policial militar.

Outro ponto crucial abordado na entrevista é a justificativa dada pelas autoridades para a diferenciação dos índices em 2023. Segundo o então secretário de segurança pública, a medida visava incentivar o ingresso na carreira e a progressão interna. No entanto, como ressaltou Gimenes, essa lógica desconsiderou o grande número de veteranos nessas posições, tornando a decisão ainda mais controversa e gerando um sentimento de abandono entre os antigos servidores.

Ademais, a atuação da chamada “Bancada da Bala” na Assembleia Legislativa foi duramente criticada. Gimenees apontou que, desde o início do governo Tarcísio, os deputados ligados à segurança pública têm se alinhado ao Executivo, deixando de representar efetivamente os interesses de seus eleitores. O contraste com outros estados, como Minas Gerais, onde parlamentares da base governista não hesitam em criticar medidas injustas, foi destacado como exemplo a ser seguido.

Com o cenário de insatisfação, cresce o risco de desgaste político para os deputados que não defendem de forma contundente os interesses dos policiais. Enquanto isso, parlamentares de oposição, como o deputado Reis (PT), têm ganhado espaço ao propor aumentos mais expressivos e defender toda a categoria do serviço público estadual. Essa movimentação pode influenciar diretamente as próximas eleições, alterando o equilíbrio de forças na Assembleia.

Vale lembrar que a recomposição salarial de 2023 não só manteve a diferenciação de índices, como também trouxe prejuízos ao poder de compra das famílias policiais. A ausência de uma reparação adequada no novo projeto de reajuste aprofunda o sentimento de injustiça e desvalorização, afetando inclusive a saúde mental de muitos profissionais, como relatado por Gimenes durante a entrevista.

Por fim, a entrevista reforça a importância do engajamento da comunidade policial e de seus familiares. A participação ativa nas redes sociais, o contato com representantes como Dr. Gimenes e a cobrança por transparência nos projetos de lei são fundamentais para pressionar o governo e os deputados a adotarem medidas realmente justas. 

 

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29 abril 2025

Major quer ir ao STF para pedir aumento aos Policiais, mas está enfrentando obstáculos dos políticos

O cenário da recomposição salarial dos PMs no Rio de Janeiro tornou-se uma verdadeira novela, marcada por anos de luta e frustrações. Em entrevista ao canal Segurança e Defesa TV, o Major PM Luigi revelou os bastidores dessa batalha, destacando a necessidade urgente de um reajuste digno para os servidores da segurança pública.

A discussão gira em torno do direito constitucional à recomposição salarial, previsto no artigo 37, inciso X, da CF, que determina a revisão geral anual da remuneração dos servidores públicos. No entanto, na prática, esse direito tem sido sistematicamente negligenciado, gerando indignação e mobilização entre os militares e demais servidores do estado.

Nesse contexto, o Major Luigi anunciou sua intenção de ingressar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) junto ao STF, buscando garantir a efetivação desse direito. Ele enfatizou que a ADI não se trata de um aumento salarial arbitrário, mas sim da atualização dos vencimentos conforme determina a Constituição. A movimentação em torno dessa ação já começou a mexer com o tabuleiro político fluminense, pressionando deputados e partidos a se posicionarem diante da demanda dos servidores.

Além disso, o Major Luigi relatou que a pressão exercida pelos servidores públicos, especialmente os militares, obrigou os deputados estaduais a criarem uma comissão na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) para discutir a recomposição salarial. No entanto, ele criticou a postura de muitos parlamentares, que têm feito "ouvidos de mercador" diante das reivindicações, demonstrando falta de sensibilidade diante do sofrimento de milhares de famílias que dependem desses salários defasados. O Major ressaltou que a fome e a necessidade não podem esperar, e que a urgência da situação exige respostas concretas e imediatas das autoridades.

Na busca por apoio para viabilizar a ADI, o Major Luigi vem dialogando com diversos partidos políticos, tanto de direita quanto de esquerda, demonstrando que a luta pela recomposição salarial é suprapartidária. Ele citou tratativas com partidos como Mobiliza (PMN), PRTB, PT, PSD, Avante e, principalmente, o PDT, que teria demonstrado maior disposição em abraçar a causa. O projeto elaborado por Luigi foi encaminhado ao jurídico do PDT, que elogiou a iniciativa, mas ainda não deu uma resposta definitiva, o que tem gerado expectativa e cobrança por parte dos policiais.

Outro ponto destacado na entrevista é a necessidade de transparência e mobilização coletiva. O Major Luigi fez questão de expor os nomes dos partidos e autoridades envolvidos nas negociações, defendendo que a solução para a recomposição salarial deve ser construída de forma aberta e democrática. Ele também ressaltou que, caso não haja respaldo partidário, a alternativa será buscar o apoio de entidades de classe com representatividade nacional para ingressar com a ADI no STF, mostrando que não faltam caminhos para levar a demanda adiante.


É importante ressaltar que a recomposição salarial não beneficia apenas os policiais da ativa, mas também aposentados, pensionistas e servidores de outras áreas, como saúde e educação. Muitos desses profissionais, especialmente os veteranos, enfrentam dificuldades extremas para sobreviver, recorrendo a vaquinhas para pagar contas básicas e adquirir alimentos. O Major Luigi destacou que a recomposição é um direito de todos os servidores, e não pode ser tratada como privilégio de uma casta específica.

O Major também criticou a prática de reajustes diferenciados entre categorias e patentes, como ocorreu recentemente em outros estados, onde índices de aumento variaram entre policiais civis, militares e técnicos científicos. Para ele, essa diferenciação é inconstitucional e fere o princípio da isonomia, agravando ainda mais o sentimento de injustiça entre os servidores públicos. Ele defende que o reajuste deve ser linear, alcançando todos de forma igualitária, conforme determina a Constituição.

Luigi reforçou seu compromisso com a causa, afirmando que não busca protagonismo ou holofotes, mas sim uma solução efetiva para o drama vivido pelos servidores do Rio de Janeiro. Ele conclamou a sociedade e os colegas de farda a se manterem mobilizados, pressionando deputados, partidos e entidades para que a ADI seja protocolada o quanto antes. Segundo ele, o momento é de união e coragem, pois apenas com pressão e transparência será possível romper o ciclo de descaso e garantir justiça salarial para quem arrisca a vida diariamente pela segurança da população.

 

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24 abril 2025

Tarifas de Trump podem impactar nas economias de militares e policiais brasileiros, entenda o porquê disso!

A política tarifária de Donald Trump, marcada pelo aumento expressivo das tarifas sobre produtos chineses, tem causado impactos globais que afetam diretamente a economia brasileira. Mesmo que o Brasil não seja o principal alvo dessas tarifas, a instabilidade nos mercados internacionais, a valorização do dólar e a elevação da inflação acabam atingindo o bolso das famílias brasileiras, tornando produtos importados e insumos mais caros.












Para militares e policiais, que em geral possuem salários fixos e pertencem à classe média baixa, o aumento dos preços de itens essenciais, como alimentos, combustíveis e eletrônicos, pesa ainda mais no orçamento

Como a inflação costuma afetar de forma mais intensa as famílias de renda média e baixa, esses profissionais sentem de maneira mais aguda os efeitos negativos do encarecimento do custo de vida, especialmente em um cenário de restrições salariais frequentes no setor público.

Além disso, a guerra comercial pode prejudicar a indústria nacional, já que produtos chineses barrados nos Estados Unidos podem ser direcionados para o Brasil, aumentando a concorrência e pressionando o emprego e a renda. Por outro lado, setores como o agronegócio podem se beneficiar, mas esses ganhos não se distribuem igualmente entre todas as famílias brasileiras, especialmente as policiais e militares.

A política de tarifas de Trump gera um ambiente de incerteza econômica, inflação e retração do consumo, afetando especialmente militares e policiais, que dependem de estabilidade para manter seu padrão de vida. O resultado é maior cautela nos gastos e dificuldades para equilibrar o orçamento familiar diante das pressões externas sobre a economia.

Juiz Militar defende o avanço das Guardas Municipais rumo à Polícia Municipal

A fala do juiz e professor Dr. Roth , durante evento de segurança em São Paulo, reforçou uma pauta cada vez mais presente entre profissionai...