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23 maio 2025

Vai ter dinheiro para os Policiais e Militares se aposentarem?

O artigo “Os Comensais da Previdência”, de Alexandre Sarquis, conselheiro substituto do TCE-SP, propõe uma reflexão profunda sobre a sustentabilidade e os desafios do sistema previdenciário brasileiro, com especial atenção ao contexto dos servidores públicos e militares do Estado de São Paulo. 

Sarquis utiliza referências literárias, como Machado de Assis e Rui Barbosa, para ilustrar a necessidade de maturidade e responsabilidade intergeracional nas decisões previdenciárias, destacando que as escolhas feitas hoje impactarão diretamente as futuras gerações — que, em última análise, seremos nós mesmos, reiterados no tempo.


Sarquis critica a lógica política de curto prazo predominante no Brasil, em que decisões relevantes são pautadas pelo ciclo eleitoral de quatro anos, o que frequentemente resulta em medidas que priorizam o bem-estar imediato em detrimento da saúde financeira futura dos regimes de previdência. Ele contesta a ideia, comum em certos círculos econômicos, de que destinar recursos à previdência social prejudica investimentos, argumentando que tal alocação representa, na verdade, uma forma de poupança pública que, se bem administrada, pode fomentar investimentos sustentáveis.

O conselheiro destaca ainda os diversos mecanismos que contribuem para o desequilíbrio financeiro e atuarial dos regimes próprios de previdência, como a concessão de benefícios sem a devida fonte de custeio, a flexibilização de regras para aposentadorias mais vantajosas e a adoção de práticas que postergam a responsabilidade fiscal para gerações futuras. 

No caso específico dos militares do Estado de São Paulo, Sarquis ressalta que as regras de aposentadoria frequentemente são objeto de discussões e ajustes, muitas vezes sem o devido respaldo financeiro, o que agrava o risco de colapso do sistema.

No contexto dos militares paulistas, é importante observar que o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) dos servidores estaduais, incluindo os militares, exige equilíbrio financeiro e atuarial, conforme determinações constitucionais e normativas específicas. A legislação estadual fixa limites e critérios para concessão de aposentadorias e pensões, mas a pressão por benefícios mais generosos e transições suaves — especialmente em períodos de reforma previdenciária — tende a tensionar ainda mais o sistema.

As decisões recentes do TCU reforçam o direito de contagem do tempo de serviço militar para fins de aposentadoria, ampliando o universo de beneficiários e, potencialmente, o passivo atuarial do Estado.

Sarquis enfatiza que a atuação dos Tribunais de Contas é fundamental para fiscalizar o cumprimento das normas de responsabilidade financeira, administrativa e previdenciária. Ele cita iniciativas como auditorias extraordinárias sobre descontos em folha de aposentados e pensionistas, inclusive dos militares, promovidas pelo TCE-SP, como essenciais para identificar práticas que possam comprometer a sustentabilidade do regime.

A fiscalização busca garantir que direitos sejam concedidos de acordo com a capacidade financeira do Estado, evitando a expansão desenfreada de benefícios sem o correspondente custeio.

Alexandre Sarquis conclama a sociedade e os gestores públicos a abandonarem a visão da previdência como um benefício fácil, sem sacrifício, e a reconhecerem a necessidade de disciplina, planejamento e responsabilidade. Ele alerta que a persistência em soluções casuísticas e imediatistas apenas perpetua um ciclo de crises e instabilidade, sendo urgente a celebração de um pacto lúcido e duradouro com a história e o futuro do Brasil.

No caso dos militares do Estado de São Paulo, isso significa enfrentar com transparência e coragem os desafios do equilíbrio atuarial, garantindo que os direitos.





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17 maio 2025

Capitão avança sobre Advogado em Quartel da PM e comete ABUSO de AUTORIDADE, analisa especialista

No episódio do SDTV Podcast, o apresentador Rodney Idankas recebeu o advogado e veterano da Polícia Militar, Dr. Gilberto Silva, para discutir um caso que deixou todos perplexos: a atitude inesperada de um capitão da PM que avançou sobre um advogado durante o exercício de suas funções. O vídeo do incidente, amplamente divulgado nas redes sociais, mostra o momento em que o capitão, visivelmente alterado, tenta tomar à força o celular do advogado, que estava apenas cumprindo seu papel ao acompanhar um procedimento administrativo dentro de uma companhia da Polícia Militar de SP.

O mais surpreendente é que, segundo Dr. Gilberto, não havia qualquer justificativa legal para tal conduta. O advogado estava em uma área administrativa, sem restrição de acesso, e tinha o direito de gravar para garantir suas prerrogativas profissionais. Ainda assim, o capitão, em vez de agir conforme determina a lei e acionar os canais institucionais apropriados, partiu para uma atitude totalmente desproporcional e fora de nexo, tentando tomar o celular do advogado à força - algo que, segundo o próprio convidado, extrapola toda a legalidade e não encontra respaldo em nenhuma norma vigente.


Veja o vídeo sobre o comportamento do Capitão e análise do advogado


O episódio
ganhou contornos ainda mais graves quando se percebe que outros policiais presentes tentaram acalmar os ânimos, demonstrando que até mesmo entre os colegas a ação do capitão foi vista com estranheza. Dr. Gilberto destacou que, se o oficial acreditava que havia algum desvio de conduta por parte do advogado, deveria ter seguido os trâmites legais, comunicando a OAB e preservando o devido processo legal, e não recorrendo à força bruta. Tal comportamento, vindo de um comandante de companhia, é alarmante e compromete a imparcialidade do procedimento administrativo, podendo inclusive levar à nulidade do processo.

Outro ponto abordado na entrevista foi o impacto instituional desse tipo de conduta. Dr. Gilberto ressaltou que atitudes como essa não apenas ferem as prerrogativas dos advogados, mas também passam uma mensagem negativa para a tropa, podendo incitar comportamentos inadequados entre subordinados. Além disso, relatos de outros policiais sobre possíveis arbitrariedades cometidas pelo mesmo capitão reforçam a preocupação com a postura desse oficial no comando de suas funções.

A surpresa e o desconforto diante do ocorrido foram evidentes durante todo o bate-papo. Rodney Idankas e Dr. Gilberto questionaram se haveria algum tipo de ressentimento entre oficiais e praças, uma vez que o advogado envolvido também é ex-policial militar. No entanto, ambos concordaram que, independentemente do histórico pessoal, nada justifica o abuso de autoridade registrado no vídeo. O respeito mútuo entre profissionais da segurança pública e advogados é fundamental para o bom funcionamento das instituições e para a garantia dos direitos de todos os envolvidos.

Por fim, o SDTV Podcast reforça seu compromisso em denunciar abusos e defender o bom direito dentro das instituições de segurança pública. Casos como esse, infelizmente, vêm se tornando recorrentes, e é fundamental que sejam expostos e debatidos para que não se repitam. O canal segue aberto para ouvir todas as partes envolvidas e continuará trazendo temas relevantes para a sociedade, sempre em busca de justiça e respeito às leis.


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01 maio 2025

Aumento de 5% gera sentimento de frustação e humilhação, relata Policiais

A entrevista do veterano da PM, Dr. Gimenes, ao canal Segurança e Defesa TV, conduzida pelo podcaster Rodney Idankas, trouxe à tona uma questão que está movimentando os bastidores da segurança pública em São Paulo: o reajuste linear de 5% para os servidores do poder executivo, especialmente os policiais. Desde o anúncio do projeto de lei complementar pelo governador Tarcísio, o tema tem gerado debates acalorados entre os profissionais da área, que aguardavam ansiosamente por uma reparação das distorções salariais criadas em 2023.

Em primeiro lugar, é importante destacar que o aumento de 5% foi protocolado após uma reunião no Palácio dos Bandeirantes, envolvendo deputados e representantes do funcionalismo público. O índice, segundo o governo, busca cumprir a Constituição Federal, que prevê tratamento igualitário entre os servidores. No entanto, muitos policiais, sobretudo os militares, receberam a notícia com insatisfação, pois esperavam a correção das injustiças do passado, e não apenas um reajuste linear.


Dr. Gimenes relembrou que, em 2023, o então PL75 trouxe uma inovação polêmica: a distinção de índices de reajuste entre diferentes postos e graduações das forças de segurança. Tal medida, considerada por muitos como injusta e até humilhante, prejudicou especialmente os veteranos, como terceiros sargentos e segundos tenentes, que representam cerca de 50 mil profissionais e suas famílias. O impacto negativo se estende a pensionistas, ampliando o alcance do descontentamento para mais de 600 mil pessoas ligadas à família policial militar.

Outro ponto crucial abordado na entrevista é a justificativa dada pelas autoridades para a diferenciação dos índices em 2023. Segundo o então secretário de segurança pública, a medida visava incentivar o ingresso na carreira e a progressão interna. No entanto, como ressaltou Gimenes, essa lógica desconsiderou o grande número de veteranos nessas posições, tornando a decisão ainda mais controversa e gerando um sentimento de abandono entre os antigos servidores.

Ademais, a atuação da chamada “Bancada da Bala” na Assembleia Legislativa foi duramente criticada. Gimenees apontou que, desde o início do governo Tarcísio, os deputados ligados à segurança pública têm se alinhado ao Executivo, deixando de representar efetivamente os interesses de seus eleitores. O contraste com outros estados, como Minas Gerais, onde parlamentares da base governista não hesitam em criticar medidas injustas, foi destacado como exemplo a ser seguido.

Com o cenário de insatisfação, cresce o risco de desgaste político para os deputados que não defendem de forma contundente os interesses dos policiais. Enquanto isso, parlamentares de oposição, como o deputado Reis (PT), têm ganhado espaço ao propor aumentos mais expressivos e defender toda a categoria do serviço público estadual. Essa movimentação pode influenciar diretamente as próximas eleições, alterando o equilíbrio de forças na Assembleia.

Vale lembrar que a recomposição salarial de 2023 não só manteve a diferenciação de índices, como também trouxe prejuízos ao poder de compra das famílias policiais. A ausência de uma reparação adequada no novo projeto de reajuste aprofunda o sentimento de injustiça e desvalorização, afetando inclusive a saúde mental de muitos profissionais, como relatado por Gimenes durante a entrevista.

Por fim, a entrevista reforça a importância do engajamento da comunidade policial e de seus familiares. A participação ativa nas redes sociais, o contato com representantes como Dr. Gimenes e a cobrança por transparência nos projetos de lei são fundamentais para pressionar o governo e os deputados a adotarem medidas realmente justas. 

 

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30 abril 2025

Assim que sair novo concurso da Polícia Civil, teremos outra enorme debandada na PM - entenda isso!

A última debandada de policiais militares para a Polícia Civil de São Paulo chamou atenção e foi tema de um debate no canal Segurança eDefesa TV, apresentado pelo especialista em Política de Segurança Pública Rodney Idankas. O fenômeno, que envolveu mais de 100 PMs aprovados em concursos da Polícia Civil, levantou discussões sobre as causas e consequências desse movimento crescente.

De início, Rodney destacou que, embora o número de 100 policiais possa parecer pequeno diante do universo da corporação, ele é representativo e sinaliza uma insatisfação interna relevante. Muitos dos comentários recebidos pelo canal apontam que a principal motivação para essa migração é a busca por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. Os policiais relatam escalas exaustivas, jornadas longas e deslocamentos cansativos, que acabam afetando o bem-estar e a convivência familiar.

Além disso, o apresentador ressaltou que o tratamento recebido pelas praças dentro da Polícia Militar é um fator de peso nessa decisão. Comentários de policiais, lidos durante a live, mostram que muitos se sentem desvalorizados e distantes dos oficiais, o que contribui para um ambiente de trabalho pouco acolhedor. Esse distanciamento hierárquico, segundo Rodney, é um problema histórico e cultural, agravado pela falta de empatia e diálogo entre os diferentes níveis da corporação.


Outro ponto abordado foi a diferença salarial entre as carreiras. Embora o salário não seja o único motivo, muitos policiais militares enxergam na Polícia Civil uma oportunidade de remuneração ligeiramente melhor e, principalmente, de uma rotina menos desgastante. A regionalização dos concursos civis, que permite ao policial trabalhar mais próximo de casa, também é vista como uma vantagem significativa.

Na sequência, Rodney comentou sobre a estrutura arcaica da Polícia Militar, que mantém práticas e regulamentos herdados de séculos passados. Para muitos policiais, a rigidez do militarismo, associada à falta de modernização e de gestão humanizada, torna a carreira menos atrativa para as novas gerações. O apresentador lembrou que os jovens de hoje buscam flexibilidade, reconhecimento e oportunidades de crescimento, fatores que nem sempre encontram na estrutura atual da PM.

Por fim, o especialista destacou que a migração para a Polícia Civil não deve ser vista apenas como uma troca de emprego, mas como um sintoma de questões mais profundas que afetam a segurança pública. Ele defendeu a necessidade de reformas estruturais, valorização dos profissionais e maior integração entre as polícias, para que ambas possam cumprir seu papel de proteger a sociedade de forma mais eficiente e humana.

A saída de policiais militares para a Polícia Civil reflete um conjunto de desafios: condições de trabalho, relações hierárquicas, salários, estrutura organizacional e expectativas das novas gerações. O debate aberto no canal Segurança e Defesa TV mostra que ouvir os profissionais da linha de frente é fundamental para entender e buscar soluções para a crise de motivação nas forças de segurança.

 

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Vazamento de imagens internas da PM expõe falta de empatia no convívio militar

No canal Segurança e Defesa TV, o Podcaster Rodney Idankas recebeu o Dr. Gilberto Silva, veterano da Polícia Militar e advogado especializado em direito disciplinar e militar, para discutir um caso que ganhou repercussão na internet. O episódio envolveu um capitão acusado de coagir um soldado a consertar viaturas de maneira supostamente brusca e fora dos regulamentos. A conversa buscou esclarecer se houve abuso de autoridade e quais as responsabilidades administrativas nesse contexto.

Primeiramente, Dr. Gilberto destacou a importância de analisar o contexto completo antes de qualquer julgamento. Segundo ele, a gravação mostra uma interação inicialmente informal entre o capitão e o soldado, que só se tornou mais rígida após questionamentos sobre ordens anteriores. Essa mudança repentina de postura, do informal para o formal, chamou a atenção do entrevistado, pois, em ambientes militares, a coerência no tratamento é fundamental para manter a disciplina e evitar interpretações equivocadas sobre abuso de autoridade.

Além disso, o debate abordou a responsabilidade pelo conserto das viaturas. Dr. Gilberto explicou que nem o capitão nem os subordinados têm acesso direto aos recursos para manutenção dos veículos, sendo essa uma atribuição da Unidade Gestora Executora (UGE), ligada ao comando de policiamento de área. Ele ressaltou que existe verba destinada para esse fim e que, portanto, é necessário investigar por que a UGE não tomou providências adequadas, evitando sobrecarregar os policiais com tarefas que não lhes competem.


Outro ponto relevante foi a discussão sobre a falta de viaturas reservas e o impacto disso na rotina operacional. A ausência de planejamento para contingências, segundo o entrevistado, revela falhas estruturais que poderiam ser evitadas com mais proatividade da administração. Dr. Gilberto sugeriu que os comandantes de companhia e batalhão deveriam ser mais ativos na solicitação de recursos e manutenção, em vez de apenas remediar problemas já existentes.

A questão do vazamento das imagens também foi levantada, trazendo à tona o debate sobre privacidade e exposição de conflitos internos. Dr. Gilberto opinou que, embora haja legislação que rege o uso e divulgação de imagens, o vazamento acaba sendo um reflexo do clima de insatisfação e distanciamento entre oficiais e praças. Ele acredita que, muitas vezes, a divulgação ocorre como forma de denunciar situações que os próprios policiais consideram injustas ou perseguidoras.

Por fim, a entrevista reforçou a necessidade de empatia e diálogo entre os diferentes níveis hierárquicos da Polícia Militar. O distanciamento crescente entre oficiais e praças, segundo os participantes, contribui para o surgimento de conflitos e dificulta a resolução de problemas internos. Dr. Gilberto concluiu que a busca por soluções passa pela valorização da comunicação transparente e pelo fortalecimento das estruturas administrativas, para que cada um cumpra seu papel sem sobrecarga ou desvio de função.

O caso discutido revela desafios antigos e recorrentes na estrutura da Polícia Militar: a necessidade de respeito aos regulamentos, clareza nas atribuições e, principalmente, uma gestão mais eficiente e humana dos recursos e das relações internas. O diálogo proposto no canal Segurança e Defesa TV mostra que, apesar das dificuldades, há espaço para reflexão e aprimoramento institucional.

 

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29 abril 2025

Veterano PM e Advogado crítico, Gimenes não economizou nas palavras e atirou para todos os lados! PM vai mandar embora por "via rápida"!

Na entrevista ao Canal Segurança e Defesa TV, conduzida por Rodney Idankas, o veterano e advogado Aurélio Gimenes trouxe reflexões diretas e preocupantes sobre a realidade dos policiais militares em São Paulo. Gimenes, com experiência tanto nas ruas quanto na advocacia, alertou para a chamada “via rápida” dentro da Polícia Militar, um mecanismo que, segundo ele, facilita a demissão de policiais de forma acelerada. 

Ele confessou que, mesmo formado em Direito e com duas pós-graduações, só passou a entender a gravidade desse instrumento após deixar a ativa, destacando que muitos policiais desconhecem detalhes da I-40 PM e do RDPM, regulamentos que podem ser decisivos para o futuro na corporação.

O advogado ressaltou que o discurso institucional de que “ninguém fica para trás” não condiz com a realidade vivida pelos policiais militares. Ele citou como exemplo a recomposição salarial de 2023, que, segundo ele, deixou muitos praças e oficiais subalternos para trás, com aumentos escalonados e diferenciados. Gimenes questionou a lógica de se promover reajustes distintos não só entre diferentes secretarias do governo, mas também dentro da própria Polícia Militar, criando divisões entre praças e oficiais.

Durante a entrevista, Rodney Idankas provocou Gimenes a explicar como a Constituição Federal, que prevê isonomia salarial entre servidores públicos, pode ser desrespeitada com índices de reajuste diferentes dentro da mesma Secretaria de Segurança Pública. 



Gimenes foi categórico ao afirmar que, apesar do mandamento constitucional, o Judiciário já consolidou o entendimento de que a competência para definir remuneração é exclusiva do governador do estado. Assim, buscar a via judicial para corrigir essas distorções, segundo ele, é praticamente inócuo, pois as decisões superiores tendem a manter a prerrogativa do Executivo.

Essa constatação coloca o policial militar em uma posição delicada: refém das decisões políticas e orçamentárias do governo estadual. Gimenes explicou que, mesmo havendo previsão constitucional para um índice único de reajuste, a justificativa da falta de recursos públicos é frequentemente utilizada para negar recomposições salariais justas, deixando os profissionais de segurança em situação de vulnerabilidade.

Outro ponto importante abordado na entrevista foi a rivalidade histórica entre as polícias Civil e Militar, agravada por políticas de reajuste diferenciadas. Para Gimenes, a falta de unidade e o tratamento desigual entre as corporações apenas aumentam as tensões internas e dificultam o trabalho conjunto, tão necessário para a segurança pública. Ele defende que o governo e a Secretaria de Segurança Pública deveriam buscar mecanismos para promover a união entre as polícias, ao invés de aprofundar divisões.

A fala de Gimenes serve como alerta e convite à reflexão para todos os policiais militares: é fundamental conhecer os regulamentos internos, entender seus direitos e desafios, e cobrar das lideranças institucionais e políticas um tratamento mais justo e transparente. O debate sobre valorização, isonomia e respeito ao policial militar precisa ser permanente, pois a segurança pública começa pelo respeito a quem a garante diariamente nas ruas.


O veterano e advogado Gimenes atende pelo WhatsApp (11) 93707-6217.

 

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Major quer ir ao STF para pedir aumento aos Policiais, mas está enfrentando obstáculos dos políticos

O cenário da recomposição salarial dos PMs no Rio de Janeiro tornou-se uma verdadeira novela, marcada por anos de luta e frustrações. Em entrevista ao canal Segurança e Defesa TV, o Major PM Luigi revelou os bastidores dessa batalha, destacando a necessidade urgente de um reajuste digno para os servidores da segurança pública.

A discussão gira em torno do direito constitucional à recomposição salarial, previsto no artigo 37, inciso X, da CF, que determina a revisão geral anual da remuneração dos servidores públicos. No entanto, na prática, esse direito tem sido sistematicamente negligenciado, gerando indignação e mobilização entre os militares e demais servidores do estado.

Nesse contexto, o Major Luigi anunciou sua intenção de ingressar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) junto ao STF, buscando garantir a efetivação desse direito. Ele enfatizou que a ADI não se trata de um aumento salarial arbitrário, mas sim da atualização dos vencimentos conforme determina a Constituição. A movimentação em torno dessa ação já começou a mexer com o tabuleiro político fluminense, pressionando deputados e partidos a se posicionarem diante da demanda dos servidores.

Além disso, o Major Luigi relatou que a pressão exercida pelos servidores públicos, especialmente os militares, obrigou os deputados estaduais a criarem uma comissão na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) para discutir a recomposição salarial. No entanto, ele criticou a postura de muitos parlamentares, que têm feito "ouvidos de mercador" diante das reivindicações, demonstrando falta de sensibilidade diante do sofrimento de milhares de famílias que dependem desses salários defasados. O Major ressaltou que a fome e a necessidade não podem esperar, e que a urgência da situação exige respostas concretas e imediatas das autoridades.

Na busca por apoio para viabilizar a ADI, o Major Luigi vem dialogando com diversos partidos políticos, tanto de direita quanto de esquerda, demonstrando que a luta pela recomposição salarial é suprapartidária. Ele citou tratativas com partidos como Mobiliza (PMN), PRTB, PT, PSD, Avante e, principalmente, o PDT, que teria demonstrado maior disposição em abraçar a causa. O projeto elaborado por Luigi foi encaminhado ao jurídico do PDT, que elogiou a iniciativa, mas ainda não deu uma resposta definitiva, o que tem gerado expectativa e cobrança por parte dos policiais.

Outro ponto destacado na entrevista é a necessidade de transparência e mobilização coletiva. O Major Luigi fez questão de expor os nomes dos partidos e autoridades envolvidos nas negociações, defendendo que a solução para a recomposição salarial deve ser construída de forma aberta e democrática. Ele também ressaltou que, caso não haja respaldo partidário, a alternativa será buscar o apoio de entidades de classe com representatividade nacional para ingressar com a ADI no STF, mostrando que não faltam caminhos para levar a demanda adiante.


É importante ressaltar que a recomposição salarial não beneficia apenas os policiais da ativa, mas também aposentados, pensionistas e servidores de outras áreas, como saúde e educação. Muitos desses profissionais, especialmente os veteranos, enfrentam dificuldades extremas para sobreviver, recorrendo a vaquinhas para pagar contas básicas e adquirir alimentos. O Major Luigi destacou que a recomposição é um direito de todos os servidores, e não pode ser tratada como privilégio de uma casta específica.

O Major também criticou a prática de reajustes diferenciados entre categorias e patentes, como ocorreu recentemente em outros estados, onde índices de aumento variaram entre policiais civis, militares e técnicos científicos. Para ele, essa diferenciação é inconstitucional e fere o princípio da isonomia, agravando ainda mais o sentimento de injustiça entre os servidores públicos. Ele defende que o reajuste deve ser linear, alcançando todos de forma igualitária, conforme determina a Constituição.

Luigi reforçou seu compromisso com a causa, afirmando que não busca protagonismo ou holofotes, mas sim uma solução efetiva para o drama vivido pelos servidores do Rio de Janeiro. Ele conclamou a sociedade e os colegas de farda a se manterem mobilizados, pressionando deputados, partidos e entidades para que a ADI seja protocolada o quanto antes. Segundo ele, o momento é de união e coragem, pois apenas com pressão e transparência será possível romper o ciclo de descaso e garantir justiça salarial para quem arrisca a vida diariamente pela segurança da população.

 

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28 abril 2025

Delegado expõe "racha" na Segurança ou é preservação das funções da PC?

A segurança pública no Brasil é um tema complexo que envolve várias forças policiais, cada uma com suas atribuições específicas. Recentemente, em um podcast do canal Segurança e Defesa TV, o delegado de polícia civil Dr. André discutiu a relação entre a Polícia Civil e a PolíciaMilitar, ambas de São Paulo, destacando desafios e possibilidades de integração entre essas forças. Em muitas regiões do país, especialmente onde a estrutura é limitada, a Polícia Militar tem assumido algumas funções típicas da Polícia Civil, embora sem uma base legal formal para isso. Isso ocorre porque, em alguns lugares, não há presença da Polícia Civil, e a Militar acaba realizando essas atribuições por necessidade.

Além disso, o Supremo Tribunal Federaldecidiu que a Polícia Militar pode lavrar termos circunstanciados de ocorrência, o que reflete uma flexibilização das atribuições tradicionais. No entanto, essa prática não é uniforme em todo o país. Em São Paulo, por exemplo, a Polícia Civil está presente em todos os municípios, cobrindo todas as áreas com delegacias. Isso permite uma atuação mais eficaz e especializada em termos de polícia judiciária, diferentemente de outras regiões onde a infraestrutura é mais limitada.


Em primeiro lugar, é importante entender que a Polícia Civil tem a responsabilidade exclusiva pela investigação de crimes comuns, exceto os militares. Ela realiza inquéritos policiais, coleta provas e prepara os casos para o Ministério Público e o Judiciário. A Polícia Militar, por outro lado, é responsável pelo policiamento ostensivo e pela manutenção da ordem pública. Ademais, a ideia de integrar essas forças pode ser benéfica, mas requer uma abordagem cuidadosa para evitar a sobreposição de funções.

Discussão expõe "racha" entre as Polícias

Além disso, a possibilidade de a Polícia Militar lavrar termos circunstanciados de ocorrência pode ser vista como uma forma de otimizar o trabalho, desde que as informações sejam tratadas por um delegado de polícia, que tem a capacidade técnico-jurídica para decidir sobre a natureza do crime e as medidas a serem aplicadas. No entanto, em São Paulo, essa necessidade não é tão urgente, pois a Polícia Civil já está bem estruturada e presente em todo o estado.

Assim como, a busca por um "ciclo completo de polícia", onde uma única força faz tudo, é um debate interessante. Se a Polícia Militar ou a Civil fizessem tudo, poderia haver uma sobreposição de funções e, potencialmente, uma perda de especialização. Em vez disso, uma integração eficaz poderia envolver a colaboração entre as forças, com cada uma contribuindo com suas especialidades para melhorar a segurança pública.

Em resumo, a relação entre a Polícia Civil e a Polícia Militar é complexa e varia de acordo com a região. Enquanto há desafios em termos de infraestrutura e atribuições, também existem oportunidades para melhorar a colaboração e a eficiência das forças de segurança. A chave está em encontrar um equilíbrio que respeite as especializações de cada força e otimize o trabalho em prol da segurança pública. 


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27 abril 2025

Em busca de milhões de reais por honorários, Advogados fazem de tudo para pegar dinheiro do Policial Militar

O canal Segurança e Defesa TV, comandado por Rodney Idankas, trouxe à tona um debate importante para policiais militares, veteranos e pensionistas de São Paulo: a cobrança do Adicional Local de Exercício (ALE) e a necessidade – ou não – de ser associado a uma associação para ter direito ao montante de dinheiro que o Estado ficará devendo.

O episódio ganhou destaque após o veterano PM e advogado Gimenes contestar publicamente o advogado Negri, representante da AMESP, devido à mudança de posicionamento deste último sobre o tema.

Inicialmente, o advogado Negri e a AMESP defendiam que apenas associados teriam direito ao ALE 100% no padrão. Essa era uma posição tradicional das associações, que alegavam ser necessário o vínculo associativo para ingressar com a ação de cobrança do adicional.

No entanto, Gimenes, veterano da Polícia Militar e advogado, sempre sustentou que, segundo a jurisprudência do Tribunal de Justiça de São Paulo e dos tribunais superiores, não há exigência de associação para garantir esse direito.

Com o passar do tempo, advogados independentes, como Gimenes, começaram a obter êxito em ações judiciais para não associados, ampliando o debate e pressionando as entidades a reverem seus entendimentos.


Essa atuação provocou uma mudança significativa: Negri, antes categórico em afirmar que o benefício só valia para associados, passou a admitir publicamente que está estudando a possibilidade de também atuar em favor de não associados, caso encontre respaldo jurídico seguro para isso.

Essa mudança de postura foi o ponto central da crítica de Gimenes e de outros advogados. Para ele, o reconhecimento por parte do advogado da AMESP de que não associados podem ter direito ao ALE representa a vitória de uma tese defendida há tempos por advogados independentes. Gimenes destaca que a liberdade de escolha – ser ou não associado – é fundamental para garantir igualdade de oportunidades a todos os policiais e pensionistas, independentemente de sua filiação a entidades de classe.

Debate sobre Ação ALE 100% no padrão

O debate nas redes sociais expôs uma divisão dentro da própria advocacia que atua em defesa dos direitos dos policiais militares. Enquanto alguns advogados ainda defendem a exclusividade para associados, outros, como Gimenes, apontam que a jurisprudência atual é clara e permite que qualquer policial ou pensionista busque o direito ao ALE, mesmo sem vínculo associativo.

Essa divergência, inclusive, pode gerar discussões éticas entre os profissionais do direito, como destacou o apresentador do canal.

O episódio serve de alerta para a categoria: é essencial buscar informações atualizadas e consultar advogados de confiança antes de tomar decisões sobre ações judiciais. O canal Segurança e Defesa TV reforça seu compromisso em informar e orientar policiais, veteranos e pensionistas, destacando que a luta pelo reconhecimento de direitos deve ser pautada pelo conhecimento técnico e pela defesa da dignidade dos profissionais da segurança pública.



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24 abril 2025

Aumentos diferentes entre Polícias não agradou categorias. Policia civil sai fortalecida, mas a PM...

O governo da Bahia encaminhou à AssembleiaLegislativa uma proposta de aumento salarial diferenciado para as carreiras policiais no estado. Essa medida visa corrigir distorções históricas e valorizar funções específicas dentro das forças de segurança. No entanto, a proposta gerou um intenso debate entre as categorias de segurança pública, destacando-se a insatisfação de alguns segmentos com os percentuais de reajuste oferecidos.

A Proposta de aumento

A proposta prevê reajustes escalonados até 2026, com percentuais distintos para diferentes categorias. Praças e oficiais da Polícia Militar e Bombeiros receberão um aumento de 14,76%, enquanto delegados e peritos da Polícia Civil terão um reajuste de 14%. Investigadores, escrivães e peritos técnicos da Polícia Civil serão beneficiados com um aumento de 22%, e agentes penitenciários receberão 13,29%. Essa diferenciação foi justificada pelo governo como uma forma de corrigir desigualdades passadas e valorizar funções específicas.


Durante o processo de negociação, associações como a ForçaInvicta (oficiais) e a APPM (praças) participaram ativamente das tratativas com o governo. O Sindicato dos Policiais Civis da Bahia (SINDPOC) também teve um papel importante nas discussões. As entidades foram ouvidas em diversas rodadas de negociação, e a proposta final foi submetida à avaliação dos associados antes de ser oficialmente respondida ao Executivo.

Críticas e insatisfação

Apesar do reconhecimento da participação das entidades, houve críticas de parte das bases quanto à condução das negociações. Alguns membros acusaram os sindicatos civis de terem uma postura excessivamente conciliadora com o governo. A insatisfação é mais acentuada entre os militares estaduais, que expressaram descontentamento com o percentual recebido, alegando quebra de isonomia em relação a outras carreiras.


Consenso e avanços

Há um consenso entre as partes sobre a necessidade de valorização das carreiras policiais e a importância de avanços salariais após anos de defasagem. Tanto o governo quanto as entidades representativas destacaram que o reajuste representa um marco histórico, com ganhos reais para as categorias e perspectivas de melhorias em outros aspectos, como promoções, gratificações e condições de trabalho. O compromisso de manter mesas permanentes de negociação também foi celebrado como um avanço institucional.

Tensões Internas

O dissenso é marcante quanto à forma diferenciada do reajuste. Muitos militares estaduais expressaram insatisfação com o percentual recebido, comparando-se desfavoravelmente a outras carreiras, especialmente diante do reajuste maior para investigadores, escrivães e peritos técnicos da Polícia Civil. A percepção de que promoções e gratificações não substituem a valorização salarial direta alimenta o clima de descontentamento.

Reações dos Policiais Civis

Entre os policiais civis, apesar da aprovação da proposta em assembleia, houve votos contrários e exigências de continuidade do diálogo para tratar de outras pautas pendentes. Isso indica que, embora haja um reconhecimento dos avanços, ainda há demandas não atendidas que precisam ser discutidas.

Em síntese, a proposta de aumento diferenciado avança no reconhecimento da importância das forças de segurança, mas evidencia tensões internas sobre critérios de distribuição e o ritmo das conquistas. O processo de negociação envolveu as principais associações e sindicatos, que participaram formalmente das discussões, embora nem todos os segmentos se sintam plenamente contemplados ou representados no resultado final. A continuidade do diálogo e a busca por soluções que atendam às demandas de todas as categorias serão fundamentais para superar as atuais insatisfações e promover uma maior coesão entre as forças de segurança no estado da Bahia.

 

Tarifas de Trump podem impactar nas economias de militares e policiais brasileiros, entenda o porquê disso!

A política tarifária de Donald Trump, marcada pelo aumento expressivo das tarifas sobre produtos chineses, tem causado impactos globais que afetam diretamente a economia brasileira. Mesmo que o Brasil não seja o principal alvo dessas tarifas, a instabilidade nos mercados internacionais, a valorização do dólar e a elevação da inflação acabam atingindo o bolso das famílias brasileiras, tornando produtos importados e insumos mais caros.












Para militares e policiais, que em geral possuem salários fixos e pertencem à classe média baixa, o aumento dos preços de itens essenciais, como alimentos, combustíveis e eletrônicos, pesa ainda mais no orçamento

Como a inflação costuma afetar de forma mais intensa as famílias de renda média e baixa, esses profissionais sentem de maneira mais aguda os efeitos negativos do encarecimento do custo de vida, especialmente em um cenário de restrições salariais frequentes no setor público.

Além disso, a guerra comercial pode prejudicar a indústria nacional, já que produtos chineses barrados nos Estados Unidos podem ser direcionados para o Brasil, aumentando a concorrência e pressionando o emprego e a renda. Por outro lado, setores como o agronegócio podem se beneficiar, mas esses ganhos não se distribuem igualmente entre todas as famílias brasileiras, especialmente as policiais e militares.

A política de tarifas de Trump gera um ambiente de incerteza econômica, inflação e retração do consumo, afetando especialmente militares e policiais, que dependem de estabilidade para manter seu padrão de vida. O resultado é maior cautela nos gastos e dificuldades para equilibrar o orçamento familiar diante das pressões externas sobre a economia.

23 abril 2025

Estado quer que PMs "esqueçam" R$ 20 mil, mas advogado traz à luz o processo

A entrevista do advogado Dr. Tiago Mercês ao canal Segurança e Defesa TV, conduzida por Rodney Idankas, trouxe informações essenciais para policiais militares, bombeiros e pensionistas do Estado de São Paulo sobre a chamada ação “Alezinho”. Segundo Dr. Tiago, a Alezinho é uma ação de cobrança referente a valores devidos pelo Estado no período anterior ao Mandado de Segurança impetrado em 15 de junho de 2014, que não puderam ser contemplados por limitações legais daquela medida judicial.

O advogado explicou que a legislação relevante entrou em vigor em junho de 2013, mas o Mandado de Segurança não conseguiu alcançar retroativamente as verbas devidas antes de sua impetração. Por isso, a Alezinho busca garantir o pagamento desses valores, beneficiando diretamente os servidores que ingressaram na corporação antes de março de 2013, bem como inativos e pensionistas que se enquadrem nos critérios estabelecidos.


Dr. Tiago destacou a urgência do tema: o prazo para ingressar com a ação de cobrança prescreve em 5 de outubro de 2025. Após essa data, não será mais possível reivindicar judicialmente esses valores, pois tanto o Tribunal de Justiça quanto a Procuradoria Geral do Estado (PGE) deverão alegar a prescrição como defesa, inviabilizando o direito dos interessados.

Outro ponto abordado foi a natureza incontroversa da ação. O mérito já foi reconhecido pelo Tribunal de Justiça em decisões anteriores, que declararam a ilegalidade da absorção do ALE (Adicional de Local de Exercício) pelo Estado de São Paulo, consolidando o entendimento de que houve erro na forma de incorporação desse adicional. Assim, a ação Alezinho não discute mais a existência do direito, apenas busca a cobrança dos valores devidos.

A Alezinho é uma ação autônoma, não vinculada a associações ou ao Mandado de Segurança de 2014, e tramita pelo Juizado Especial da Fazenda Pública, o que garante maior celeridade ao processo. O valor máximo de cada ação é de até 40 salários mínimos, com média de pagamento em torno de R$ 15 mil, normalmente quitados via Requisição de Pequeno Valor (RPV), o que assegura pagamento em até 90 dias após a expedição do requisitório.

Por fim, Dr. Tiago ressaltou que o universo de beneficiários é amplo, incluindo policiais ativos, inativos, pensionistas e até ex-servidores que ingressaram antes de março de 2013. Ele enfatizou a importância de pensionistas buscarem orientação, já que muitas vezes não têm acesso fácil à informação nos quartéis. O atendimento pode ser feito presencialmente, por telefone ou videoconferência, facilitando o acesso de todos os interessados à justiça e à informação correta sobre seus direitos.


Dr Tiago Mercês atende pelo WhatsApp: (11) 3283-2626


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Praças são membros da Polícia Militar: Coronel PM Pistori defende reconhecimento e união na Corporação

Em recente entrevista ao canal Segurança e Defesa TV, o coronel Pistori, presidente da Defenda PM, destacou a importância dos Praças dentro da Polícia Militar. Segundo Pistori, existe uma percepção equivocada sobre o papel desses profissionais, que muitas vezes são subestimados ou desconsiderados como membros plenos da instituição. Ele ressaltou que os Praças desempenham atividades essenciais, estando na linha de frente do policiamento ostensivo, garantindo a segurança da população e a ordem pública. O coronel enfatizou que sem as Praças, a atuação da PM seria inviável, pois são eles que constroem o elo direto entre a corporação e o cidadão.

Fundamento da Hierarquia e Disciplina Militar

De acordo com Pistori, a hierarquia e a disciplina, características marcantes das corporações militares, são fortalecidas pela atuação conjunta entre Oficiais e Praças. Ele lembrou que todo o funcionamento da Polícia Militar depende do respeito entre os diferentes cargos, especialmente por parte dos Praças, que constituem a maior parcela do efetivo. O coronel reforçou que os Praças são guardiões da ordem, executando ordens e instruções com profissionalismo e bravura. Pistori pontuou que reconhecer esse papel é fundamental para valorizar a carreira militar e motivar todo o efetivo.

Durante a entrevista, Pistori criticou a existência de preconceitos históricos com relação aos Praças. Ele afirmou que a sociedade e até mesmo outros membros da Polícia Militar precisam superar visões ultrapassadas, que enxergam os Praças apenas como executores de tarefas. O presidente da Defenda PM defendeu que Praças possuem formação específica, conhecimento técnico e experiência operacional que enriquecem a instituição. Para ele, combater a desinformação é um passo essencial para garantir mais respeito e união dentro do ambiente militar, aproximando Praças e oficiais em torno de objetivos comuns.


Valorização Profissional dos Praças

O coronel Pistori também destacou a necessidade de promover políticas de valorização profissional para os Praças da Polícia Militar. Segundo ele, investimentos em capacitação, melhores condições de trabalho e reconhecimento financeiro são estratégicos para manter a motivação e a eficiência dos servidores. Pistori acrescentou que a Defenda PM trabalha ativamente para impulsionar projetos que promovam a ascensão na carreira e ampliem o diálogo entre diferentes postos. Ele acredita que a valorização dos Praças reflete diretamente na qualidade do serviço prestado à sociedade.

Na visão de Pistori, a união entre oficiais e Praças eleva o padrão da segurança pública e fortalece a confiança da população na Polícia Militar. Ele mencionou casos de sucesso em que a atuação coordenada dos diferentes segmentos da corporação resultou em operações eficazes contra o crime. O coronel destacou que, quando todos se reconhecem como partes integrantes da mesma missão, o ambiente interno se torna mais colaborativo e produtivo. Dessa forma, o trabalho da Polícia Militar é potencializado, trazendo benefícios imediatos para a segurança da comunidade.

Exemplos Práticos e Reconhecimento

O coronel Pistori compartilhou exemplos práticos de Praças que se destacaram em ações operacionais e de liderança, evidenciando o potencial desses profissionais. Ele ressaltou a importância de divulgar essas histórias de sucesso para inspirar novos membros e fortalecer a autoimagem dos Praças. Além disso, defendeu a criação de programas de reconhecimento e premiação voltados especificamente para Praças, como forma de valorizar o mérito e a dedicação desses policiais. O reconhecimento público, segundo Pistori, é um fator motivacional poderoso.

Apesar dos avanços conquistados, Pistori reconheceu que ainda existem desafios a serem superados, como barreiras institucionais e culturais. Ele acredita que a abertura para o diálogo e o investimento em formação continuada são caminhos essenciais para modernizar as Polícias Militares. O líder da Defenda PM afirmou que está otimista quanto ao futuro, especialmente devido ao interesse crescente da sociedade em conhecer melhor o trabalho dos Praças. Pistori defende que o fortalecimento da identidade coletiva é fundamental para enfrentar os desafios da segurança no Brasil.

A Importância do Discurso de Inclusão

O coronel Pistori enfatizou que a mensagem de inclusão é vital na construção de uma Polícia Militar forte e respeitada. Ele destacou que o sentimento de pertencimento motiva os Praças e amplia o compromisso de todos com a missão institucional. Pistori fez um apelo aos gestores e lideranças para que adotem práticas de gestão mais humanizadas e participativas, reconhecendo o valor de cada integrante. Para ele, uma PM unida e integrada está mais preparada para proteger a sociedade e manter a ordem.

O posicionamento do coronel Pistori reforça a necessidade de construir uma cultura de respeito e valorização dos Praças na Polícia Militar. Ao reconhecer que esses profissionais são, de fato, membros fundamentais da corporação, amplia-se a capacidade de resposta e a eficiência da segurança pública. Investir em formação, reconhecimento e diálogo entre todos os níveis hierárquicos são caminhos para uma Polícia Militar mais justa, forte e integrada. A mensagem é clara: Praças são Polícia Militar e devem ser tratados como tal, com orgulho e respeito.


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Como funciona a recomposição salarial dos Policiais e Pensionistas: entenda seus direitos

 O que é recomposição salarial e por que ela é importante

A recomposição salarial dos policiais é um direito garantido pela Constituição Federal, no artigo 37, inciso 10. Ela serve para preservar o poder de compra dos servidores diante da inflação. No entanto, esse reajuste não é automático: depende de lei específica e da situação financeira do Estado. O objetivo da recomposição é evitar que os salários fiquem defasados com o passar do tempo, garantindo que policiais ativos, inativos e pensionistas mantenham seu padrão de vida mesmo diante do aumento dos preço.

O rito da recomposição salarial começa com a iniciativa exclusiva do chefe do Poder Executivo. No caso de São Paulo, apenas o governador pode propor um projeto de lei para reajustar os salários dos policiais. Projetos apresentados por deputados ou outros poderes são considerados inconstitucionais e não prosperam, conforme entendimento consolidado do STF, inclusive na ADI 5562. Após a proposta do governador, o texto segue para aprovação na Assembleia Legislativa (ALESP), onde pode ser debatido e votado.

Data-base, índices e desafios práticos

Em São Paulo, a data-base para análise do reajuste dos servidores da segurança pública é março, conforme a legislação estadual. Isso não significa que basta aplicar o índice da inflação do período; a recomposição depende do orçamento disponível e de negociações políticas. Nos últimos 12 meses, a inflação acumulada ficou em torno de 5 a 6%, mas há discussões sobre considerar períodos maiores quando não há recomposição anual, podendo chegar a cerca de 11% ao somar dois anos sem reajuste. O rito também prevê que diferentes categorias dentro das polícias podem receber índices distintos, buscando corrigir distorções passadas.

As associações representativas e sindicatos têm papel fundamental no processo, pois atuam na negociação e pressão junto ao governo e aos parlamentares. No caso da Polícia Militar, por exemplo, essas entidades buscam garantir que a recomposição seja justa e contemple todas as patentes, evitando que algumas categorias fiquem para trás. O diálogo com o Executivo e o Legislativo é constante, reforçando a necessidade de mobilização da categoria para que o reajuste seja efetivado e respeite as necessidades dos policiais.


Diferença entre recomposição e aumento salarial

É importante diferenciar recomposição salarial de aumento real. A recomposição visa apenas repor as perdas inflacionárias, enquanto o aumento real eleva o salário acima da inflação, valorizando ainda mais a carreira policial. A Constituição prevê a recomposição anual, mas o aumento real depende de decisão política e disponibilidade orçamentária. Em São Paulo, por exemplo, nem sempre a recomposição ocorre todos os anos, o que pode gerar acúmulo de defasagem e insatisfação entre os policiais.


Tarcísio de Freitas - Chefe do Poder Executivo SP

A falta de recomposição adequada afeta diretamente a motivação e a permanência dos policiais na carreira. Salários defasados desestimulam novos ingressos e levam muitos profissionais a buscarem outras oportunidades. Por isso, a recomposição é vista como uma medida de valorização e reconhecimento do trabalho dos policiais, essenciais para a segurança pública. Além disso, o reajuste impacta também aposentados e pensionistas, que dependem desse direito para manter sua renda e qualidade de vida.

O que diz a jurisprudência do STF

O Supremo Tribunal Federal já consolidou que apenas o chefe do Executivo pode propor leis de reajuste salarial para servidores de seu poder. Tentativas de reajuste por iniciativa de deputados ou outros poderes são consideradas inconstitucionais e anuladas. Esse entendimento garante a segurança jurídica do processo, mas também exige que os policiais e suas entidades estejam atentos à origem dos projetos de lei, evitando falsas expectativas criadas por propostas inviáveis.

Para garantir que seus direitos sejam respeitados, policiais devem acompanhar de perto as discussões sobre recomposição salarial, participar de associações e sindicatos, e pressionar autoridades por meio de manifestações e canais oficiais. É fundamental também que a sociedade entenda a importância da valorização dos profissionais de segurança, pois salários dignos refletem diretamente na qualidade do serviço prestado. Comentários e participação em debates públicos ajudam a dar visibilidade ao tema e influenciar decisões políticas.

Transparência e mobilização são essenciais

O rito da recomposição salarial dos policiais é um processo técnico e político, que exige atenção à legalidade, articulação das entidades de classe e acompanhamento da sociedade. A transparência nas informações e a mobilização coletiva são essenciais para que o reajuste seja efetivado de forma justa e eficiente. Fique atento às datas, acompanhe as propostas e participe dos debates, pois a valorização dos policiais é fundamental para a segurança de todos.

21 abril 2025

Por que a Polícia Civil não quer deixar a PM fazer o Termo Circunstanciado: o que está por trás disso?

A discussão sobre quem deve lavrar o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) ganhou força em São Paulo após uma recente tentativa da Polícia Militar de assumir essa atribuição. O tema, debatido no canal Segurançae Defesa TV com o delegado e presidente da associação dos delegados de SP, traz reflexões importantes para policiais civis, militares e para todos que acompanham a evolução da segurança pública no Brasil.

O Papel do Termo Circunstanciado e a Realidade Paulista

O TCO é um procedimento previsto para crimes de menor potencial ofensivo, com penas de até dois anos, regulamentado pela Lei 9.099/95. Em muitos estados, especialmente onde a estrutura da Polícia Civil é limitada, a Polícia Militar assumiu a lavratura do TCO por necessidade prática. Porém, em São Paulo, a situação é diferente: a Polícia Civil está presente em todos os municípios, com delegacias cobrindo todo o território estadual, o que elimina a justificativa de ausência de estrutura.

Segundo o delegado entrevistado, a integração entre as polícias poderia ser otimizada com sistemas tecnológicos, permitindo que um PM encaminhe as ocorrências para análise do delegado, sem transferir a atribuição de lavratura do TCO. Essa solução manteria a competência técnico-jurídica do delegado, que é formada para decidir sobre crimes e medidas cabíveis, além de garantir o respeito ao que determina a Constituição Federal.

Ciclo Completo de Polícia: Debate Antigo, Desafios Atuais

A tentativa da PM de lavrar o TCO em São Paulo foi vista como uma busca por ampliação de poder, inserida em um debate maior: o ciclo completo de polícia. Nesse modelo, uma única polícia faria tanto o policiamento ostensivo quanto a investigação criminal, diferente do sistema atual, em que a PM atua na prevenção e a Civil na investigação. O ciclo completo é uma pauta antiga, mas que nunca avançou no Brasil, pois exigia mudanças constitucionais profundas.

O delegado ressalta que, além das questões técnicas, há desafios orçamentários. Se ambas as autoridades passarem a fazer o mesmo trabalho, será preciso duplicar recursos, o que pode ser inviável financeiramente. Além disso, surgem dúvidas sobre a perícia dos policiais militares para lidar com decisões jurídicas complexas, como definir o que é crime de menor ou maior potencial ofensivo, solicitar perícias e custodiar objetos apreendidos.

A surpresa dos delegados ocorreu quando uma ordem preparatória da PM, sem respaldo de decreto do governador ou lei específica, tentou normatizar a lavratura do TCO pelos militares. O vazamento desse documento expôs inconsistências técnicas e jurídicas, levando a associação dos delegados a questionar a medida.


Apesar das divergências, o delegado confirmou que a intenção da PM pode ter sido de aprimoramento da segurança pública, mas alerta para a importância de respeitar os limites constitucionais e evitar sobreposições de funções. O artigo 144 da CF é claro: cabe à Polícia Civil apurar infrações penais e à PM preservar a ordem pública.

No fim, o debate sobre o TCO é apenas parte de uma discussão maior sobre o futuro das polícias no Brasil. Unificar as autoridades ou adotar o ciclo completo são cenários possíveis, mas que exigem amplo debate e mudanças estruturais. O importante é que cada instituição cumpra seu papel, respeitando a lei e buscando sempre o melhor para a sociedade e para os profissionais de segurança pública.

Para policiais civis, militares e gestores, entender essas discussões é fundamental para acompanhar as mudanças e defender seus direitos e atribuições. O futuro da segurança pública depende de diálogo, integração e respeito às competências de cada força policial.



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Major PM Luigi luta contra o "sistema" e foca na GRAM e recomposição salarial

A defesa dos direitos dos militares do Rio de Janeiro ganhou um novo capítulo com a atuação destacada do Major PM Luigi. Sua mobilização pela extensão da gratificação de risco de atividade militar (GRAM) para inativos e pensionistas, além da recomposição salarial dos servidores estaduais, colocou em pauta temas essenciais para a valorização da segurança pública. Vamos entender por que a atuação do Major Luigi tem chamado a atenção de toda a tropa, dos veteranos e das famílias de militares.

A GRAM Para Todos: Justiça e Reconhecimento

O Major Luigi, veterano da PMERJ, tornou-se símbolo da luta pela inclusão de inativos e pensionistas na busca da GRAM, benefício criado para compensar os riscos indiretos da atividade policial. Atualmente, muitos desses profissionais e suas famílias estão excluídos do benefício devido aos vetos do Executivo estadual, sob justificativa de restrições ao regime de recuperação fiscal. A mobilização liderada pelo Major Luigi busca reverter essa situação, defendendo que a gratificação é um direito adquirido, independentemente da situação funcional do militar.

Para fortalecer sua causa, o Major utilizou seu canal “Visão da Tropa” no YouTube, além de formalizar denúncias junto ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado. Ele alega ilegalidade na exclusão dos inativos e pensionistas, argumentando que a lei fluminense garante esse direito. A luta ganhou apoio de milhares de familiares de militares, mostrando que a pressão institucional e popular pode fazer diferença mesmo diante de obstáculos jurídicos e fiscais.

Recomposição Salarial: Uma Batalha Além dos Tribunais

Além da GRAM, a recomposição salarial dos servidores estaduais, incluindo policiais, bombeiros, profissionais da saúde e educação, é outra bandeira defendida pelo Major Luigi. Ele propõe um reajuste de 22,59% para compensar perdas inflacionárias acumuladas ao longo dos anos. Após meses de negociações paralisadas, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ) retomou a discussão sobre o pagamento das parcelas suspensas do reajuste, enquanto servidores do Judiciário e do Ministério Público já recebiam os valores devidos.

A exclusão dos policiais militares, civis, penais e demais servidores do Executivo do reajuste gerou indignação e protestos, principalmente porque esses profissionais são essenciais para o funcionamento do Estado. O Major Luigi argumenta que a valorização dos servidores da segurança pública não pode ser deixada de lado, mesmo em tempos de crise fiscal. Ele destaca que a luta é diária, comparando-a à batalha de “matar um leão por dia”, e que cada conquista, por menor que seja, é resultado de persistência e união.

Desafios Jurídicos e o Papel do STF

A disputa pela GRAM e pela recomposição salarial enfrenta barreiras jurídicas importantes. O Supremo Tribunal Federal (STF) já foi acionado diversas vezes para arbitrar conflitos entre servidores e o governo estadual. Recentemente, o STF reafirmou a competência exclusiva do Executivo para aumentar e suspender recursos que contestavam reajustados, sempre buscando equilibrar as decisões de poderes e a necessidade de ajuste fiscal.

Mesmo diante desses desafios, o Major Luigi não recua. Sua estratégia combina pressão institucional, mobilização popular e uso de ferramentas digitais para dar voz aos policiais e militares, muitas vezes silenciadas pelo próprio sistema. Ele acredita que a discussão democrática, por meio de sindicatos e associações, é fundamental para garantir avanços reais.




O Futuro da Valorização dos Profissionais de Segurança

A luta do Major Luigi expõe uma tensão estrutural: como valorizar os profissionais essenciais à segurança pública sem agravar a crise fiscal do Estado? A resposta passa por criatividade institucional, vontade política e diálogo entre todas as partes envolvidas. Concessões pontuais, como o recente aumento no valor da alimentação para policiais civis, mostram que é possível avançar, mas soluções definitivas desencadearam mudanças mais profundas.

Enquanto isso, a mobilização de lideranças como o Major Luigi continua sendo fundamental para manter o tema em evidência e pressão por justiça e reconhecimento. O apoio da tropa, dos familiares e da sociedade é o combustível para que a luta por direitos não esmoreça diante das dificuldades.


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Juiz Militar defende o avanço das Guardas Municipais rumo à Polícia Municipal

A fala do juiz e professor Dr. Roth , durante evento de segurança em São Paulo, reforçou uma pauta cada vez mais presente entre profissionai...