O secretário adjunto da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, Delegado Nico, concedeu uma entrevista em que abordou temas sensíveis da segurança estadual, entre eles o comando das polícias, a atuação da imprensa e a recente apreensão de bebidas adulteradas. Com mais de quatro décadas de experiência, o delegado defendeu que o comando da segurança deve estar nas mãos de profissionais de carreira, que conhecem de perto a realidade das ruas.
Durante a conversa, Nico negou que o crime organizado estivesse envolvido na recente contaminação por bebidas falsificadas, tema que ganhou destaque na mídia. Segundo ele, a polícia já combate esse tipo de crime há anos, e os comerciantes precisam adquirir produtos apenas de fornecedores idôneos para evitar novas tragédias.
Outro ponto central da entrevista foi a defesa da união entre a Polícia Civil e a Polícia Militar. Nico relembrou a histórica cooperação com a ROTA em operações de grande risco, mencionando com orgulho o reconhecimento recebido dos próprios militares. Ele enfatizou que o crime é um inimigo comum a todas as forças de segurança, e que a cooperação é a chave para resultados duradouros.
O delegado também criticou a postura de parte da imprensa, que, segundo ele, ainda trata a polícia com desconfiança. Nico citou exemplos de reportagens que, ao cobrir operações legítimas, optam por destacar a versão dos criminosos, o que gera distorções e desvaloriza o trabalho policial.
Para o secretário adjunto, a sociedade precisa compreender o papel do policial como protetor e não como inimigo. Ele ressaltou que o governador tem apoiado fortemente as operações, mesmo diante de pressões externas, e lembrou que Tarcísio é militar da reserva e conhece bem a importância da disciplina e da hierarquia.
Encerrando a entrevista, Delegado Nico reafirmou sua convicção: a segurança pública deve ser liderada por quem tem experiência real, e não por teóricos. “Chega de especialistas de gabinete. Quem comanda a polícia precisa ter vivido o combate, conhecer a rua e entender o risco que cada policial enfrenta todos os dias”, afirmou.
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