O delegado Nico Gonçalves, um dos nomes de maior reconhecimento na Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo, comentou sobre as recentes mortes suspeitas por envenenamento. Segundo ele, as investigações indicam que os casos estão ligados à falsificação de bebidas, e não à ação do crime organizado, como chegou a ser especulado.
Durante a entrevista, o delegado afirmou que cerca de 50 mil garrafas foram apreendidas ao longo do último ano, resultado de operações de fiscalização e combate à adulteração de bebidas alcoólicas. Recentemente, seis mortes foram registradas, uma delas confirmada por intoxicação por etanol, enquanto outras cinco seguem sob análise.
O delegado também comentou sobre o papel do SSP sob a gestão atual, destacando o fato dos policiais de carreira comandando as corporações. Para ele, isso representa um avanço importante, pois profissionais com experiência prática têm maior compreensão da realidade das ruas e dos desafios de combate ao crime.
Nico ressaltou a integração entre Polícia Civil e Polícia Militar, que vem sendo fortalecida desde o seu período como delegado-geral. Ele destacou que, apesar das diferenças estruturais, a união das forças tem resultado em operações mais eficazes e queda de indicadores de criminalidade, especialmente em áreas críticas como o centro de São Paulo.
Ao relatar experiências pessoais, o delegado relembrou situações em que trabalhou lado a lado com equipes da Rota e de delegações especializadas. Um dos episódios mais marcantes foi a captura de um criminoso responsável pela morte de um policial militar, em que ações conjuntas garantiram a prisão sem confronto letal.
Para Dr. Nico, o trabalho conjunto entre polícias é essencial para enfrentar a criminalidade urbana e fortalecer a sensação de segurança da população. Ele também aprovou o momento de reforçar a importância do apoio público e da transparência das ações das forças de segurança.
Ao final, o delegado chamou o público para acompanhar suas comunicações nas redes sociais e continuou defendendo que a segurança pública deve ser conduzida por quem conhece a rotina policial e compreende a necessidade de integração entre as forças.
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