O caso conhecido entre os policiais militares como “Alezinho” voltou a ganhar destaque após uma série de decisões judiciais que tentaram suspender o andamento das ações vinculadas ao tema. Segundo o advogado Gilberto, responsável por dezenas de processos do tipo, houve uma tentativa de barrar judicialmente a tramitação, mas a equipe jurídica obteve sucesso em reverter as suspensões.
De acordo com ele, alguns juízes determinaram a interrupção dos processos alegando dependência entre as ações do chamado “Alê” e do “Alezinho”. No entanto, os advogados demonstraram que as ações são autônomas, pois tratam de cobranças distintas referentes a parcelas anteriores ao mandado de segurança.
Em alguns casos, segundo Gilberto, a execução da sentença chegou a ser iniciada quando os juízes decidiram suspender novamente o andamento, medida posteriormente revertida pelo tribunal. A estratégia jurídica se mostrou eficiente e resultou em decisões céleres, muitas delas analisadas e julgadas dentro de uma semana.
O escritório do advogado mantém uma média de seis meses entre o protocolo inicial da ação e o início do cumprimento de sentença, prazo considerado rápido no contexto do Judiciário. Em seguida, cabe ao policial decidir se prefere receber o valor por RPV, que é pago em até 60 dias, ou aguardar o precatório, que costuma demorar mais, mas mantém o montante integral.
Para muitos militares, a vitória judicial também representa o direito de ter um título de crédito que pode ser negociado, usado em herança ou até mesmo empregado futuramente em transações imobiliárias, se houver legislação favorável.
O caso “Alezinho” reforça a importância de acompanhamento jurídico especializado em demandas envolvendo servidores públicos da segurança. As recentes decisões servem de referência e indicam o caminho legal para a efetivação dos direitos de milhares de policiais que enfrentam morosidade nos processos administrativos e judiciais.
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