O deputado estadual Major Meca voltou a se pronunciar sobre o Projeto de Lei Complementar (PLC) 135, que trata da contagem especial de tempo de serviço dos policiais militares. A proposta, já aprovada pela Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP), tem enfrentado questionamentos sobre seu impacto na corporação.
Segundo o parlamentar, informações repassadas ao governador Tarcísio de Freitas de que mais de 20 mil policiais poderiam ir imediatamente para a reserva não poderiam ser feitas à realidade. Meca classificou o dado como equivocado e reforçou que a Polícia Militar ainda realizou o levantamento exato sobre o impacto da medida.
Durante entrevistas e pronunciamentos, o deputado destacou que a negociação com o Executivo foi feita de forma direta. Ele revelou que o governador solicita ajustes na proposta, como a redução do tempo de averbação de 15 para 10 anos, condição para a sanção da lei.
Para Meca, o andamento do PLC demonstra entendimento entre Legislativo e Executivo sobre a relevância do tema. O parlamentar também contou com apoio do presidente da ALESP, André do Prado (PL), e do líder do governo na Casa, Gilmaci Santos.
Além da defesa do projeto, Meca ressaltou a destinação de recursos às polícias estaduais por meio de emendas parlamentares. De acordo com ele, nos últimos três anos foi o deputado que mais dirigiu verbalmente para a segurança pública, beneficiando a Polícia Militar, Civil, Técnico-Científica e o Corpo de Bombeiros.
O parlamentar ainda criticou a demora na aplicação de recursos em infraestrutura, apontando falhas de gestão em unidades responsáveis pela execução orçamentária. Ele teve situações precárias em destaques do interior, que receberam reformas com verbas de emenda.
Na entrevista, também surgiram menções a outros temas de interesse da categoria, como a insalubridade não descongelada e a gratificação Dejec da Polícia Civil, considerada defasada. Segundo Meca, essas pautas ainda estão em discussão, mas não devem ser resolvidas de forma imediata.
Com o impasse sobre a sanção do PLC 135, a expectativa agora recai sobre a finalização do levantamento feito pela Polícia Militar. O resultado desse estudo deve embasar a decisão final do governo sobre a retirada especial dos policiais.
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