Um policial civil do Acre foi exonerado da carga após ameaçar o promotor de justiça Tales Tranin. O caso ocorreu em junho de 2024 e chamou a atenção da comunidade policial e jurídica do estado.
Segundo as investigações, João Rodolfo da Cunha Souza chegou a ser preso por determinação do Ministério Público, após troca de mensagens em que teria incitado um amigo a denunciante uma suposta conduta ilegal envolvendo o promotor. O policial negou ter feito ameaças diretas, mas o processo levou sua exoneração, publicada no Diário Oficial do Estado do Acre.
A defesa do policial alegou que não teve acesso ao processo na íntegra e afirmou que João Rodolfo foi declarado inimputável, tendo sido absolvido na esfera criminal. Mesmo assim, houve seguimento do processo administrativo, que resultou no afastamento definitivo do agente.
Além da acusação de ameaça, o ex-policial já respondeu por crimes como apropriação indébita ocorridos em 2022, aumentando sua ficha de infrações na Corregedoria da Polícia Civil. Em outra ocasião, foi acusado de solicitar dinheiro a familiares para detenções.
O episódio reacende o debate sobre o acompanhamento jurídico nos processos administrativos que envolvem agentes de segurança. Advogados das associações policiais ressaltam que a defesa técnica em todos os momentos é essencial para garantir os direitos básicos dos profissionais.
A notificação de policiais e sua exoneração, por mais grave que seja uma denúncia, abala a imagem das instituições de segurança pública perante a e reforçar a importância dos processos transparentes e do cumprimento das garantias legais previstas.
Por fim, autoridades do Acre e representantes de ambas as carreiras – polícia e ministério público – afirmam que tais ocorrências devem ser tratadas com rigor, movimentos à manutenção da confiança pública nas instituições e na justiça.
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